Americanah

“Americanah!”, implicava a amiga de Ifemelu sempre que ela verbalizava suas frustrações enquanto reacostumava-se com o país que foi sua casa, seu lar e parte de sua identidade.

Nós, leitores, sabemos desde o início que Ifemelu estava voltando para a Nigéria após mais de uma década morando nos Estados Unidos, anos ao longo dos quais ela sentiu o peso do racismo pela primeira vez, pois em sua terra natal a questão era mais étnica que racial, igbo ou ioruba? Mas ali até se você era afro-americano ou africano podia fazer diferença, sendo por vezes mais fácil interagir com um latino-americano do que com um negro norte-americano. Tantas nuances, além da cegueira da qual muitos eram acometidos quando a questão era racial, a fizeram criar um blog com observações sobre tal problemática. Ela era uma mulher negra e imigrante, assunto não faltou. Inclusive, foi através de seus textos, carregados de ironia e crítica, que ela passou a dar palestras, conseguiu uma bolsa de estudos em Princeton e estava indo bem financeiramente. Contudo, faltava alguma coisa em sua vida, assim como nos relacionamentos amorosos que teve, tudo estava ~ apenas ~ bem, um estado de coisas repleto de acomodação, algo que a perturbava.

Decidida a retornar, ou pelo menos convencendo-se disso com todas as forças, Ifemelu foi a um salão trançar seus cabelos naturais, algo que fora uma conquista e também parte da construção de sua identidade. Enquanto isso, somos transportados ao seu passado, ainda em Lagos, na Nigéria, para conhecermos sua história e a de Obinze, seu grande amor da adolescência, um relacionamento que tinha tudo para dar certo, mas impossibilitado de continuar em razão do conturbado cenário político e econômico da década de 1990, quando o país era controlado por uma ditadura militar que, além de corrupta e cerceadora de liberdades, realizava um verdadeiro desmonte do sistema educacional, interrompendo os estudos do casal e forçando-os a trilhar outros caminhos, afastando-os. Ela nos Estados Unidos, ele, como descobriríamos quando o foco da narração voltasse para Obinze, um imigrante ilegal menos afortunado na Inglaterra.

A verdade é que, como filhos da classe média, eles não fugiram da fome, dos estupros ou da guerra, mazelas tipicamente associadas à países africanos, estavam em busca de um sonho, do que lhes foi vendido como a vida real, que na visão de ex-colônia não caberia ali, naquele país pobre, subdesenvolvido econômica e culturalmente, e onde as pessoas não eram verdadeiramente civilizadas. Uma ilusão que ficaria latente nas experiências dos dois, afinal, “É maravilhoso, mas não é o paraíso” chegou a afirmar Ifemelu sobre Manhattan, ainda nos primeiros meses em solo norte-americano.

De volta à Lagos, em uma Nigéria já redemocratizada, Ifemelu não queria ser vista como uma afetada americanah, empenhada em demonstrar sua superioridade pelo simples fato de ter passado anos no “primeiro mundo”, mas sentia falta de certos “luxos” que a vida nos EUA a tinham habituado, e até de certas visões de mundo menos tradicionais, diferentes do ponto de vista nigeriano, principalmente na questão da mulher. Ela precisava, novamente, achar o seu lugar naquela cidade, ou, se preciso, construí-lo. Algo que Obinze havia feito anos antes, quando de seu retorno, sendo que agora eles também precisariam encontrar o papel que exerceriam um na vida do outro, pois os laços existentes não se desfizeram por completo com o passar do tempo.

O livro nos envolve. É mais que uma história de amor, força-nos a pensar, refletir, a nos colocarmos no lugar dos personagens. Ifemulu e Obinze são críveis, próximos do real e por isso não há perfeição. Eles tem defeitos, contradições, dúvidas, arrependimentos, e erram (ela mais que ele, talvez), como todos nós, tornando a empatia praticamente inevitável.

Claro que o romance pelo romance tem suas virtudes, sem dúvida, mas uma boa dose de crítica social pode tornar tudo bem mais interessante, principalmente se vier acompanhada de toques de ironia e bom humor, como Chimamanda conseguiu construir. 

* Resenha publicada no site Indique Um Livro 

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Me apaixonei por aí #26

Escolhas. Escolhas. Não foi nada fácil essa semana, mas vamos lá!

1 – Teaser de Westworld, nova série da HBO.

Mais uma série da HBO vem aí. Desta vez um sci-fi meio western com Anthony Hopkins, Evan Rachel Wood e Rodrigo Santoro. WestWorld , criação de J.J. Abrams  baseada um filme de mesmo nome da década de 1970, tem como cenário um parque de diversões temático no qual robôs fazem papéis de cowboys, com os quais os visitantes irão interagir. O teaser não dá muitas informações, mas aparentemente algo dá errado, como de costume nessas situações, mas só teremos certeza do que em 2016.

(Via Papel Pop)

2 – Teaser Oficial de Os Oitos Odiados.

Falando em teaser….Tivemos mais um essa semana e sobre um filme que já falei por aqui: Os Oito Odiados, do Tarantino!

Obs: Como o Samuel L. Jackson arrasa na atuação, né?

(Via Cine.Marcado)

3 – “Novo” livro de Tolkien, A História de Kullervo, deve ser publicado ainda em 2015 aqui no Brasil.

A História de Kullervo

Outra notícia que mexeu comigo esses dias foi a Martins Fontes anunciar que irá publicar um “novo” (afinal o texto é de década de 1910) livro do Tolkien, A História de Kullervo. O texto é um dos primeiros do mestre da literatura fantástica e é uma história sombria sobre um órfão com poderes sobrenaturais criado pelo mago que matou seu próprio pai e depois o vende como escravo, fazendo crescer no menino uma sede de vingança que ele buscará a todo custo.

Acho até redundante dizer que o livro, mesmo antes de ser lançado, já entrou na minha lista de leitura.

(Via Editora WMF Martins Fontes)

4 – Mais imagens de Star Wars: o Despertar da Força

 StarWarsNovasImagens

A Revista Entertainment Weekly costuma nos presentar com lindas imagens dos nossos filmes, séries, atores e personagens preferidos. A edição de agosto trará novas imagens do próximo filme da franquia Star Wars, que será lançado em 17 de dezembro deste ano. Tem para todos os gostos, personagens antigos e novos. Para ver mais imagens, clique aqui.

(Via 88MPH)

5 – Cora Colarina – Todas as Vidas

A história de vida da grande poetisa goiana Cora Coralina irá para a telona. O longa, com aparentes traços de documentário e, obviamente, muita poesia, busca retratar diversas fases da autora, intercalando mais de uma atriz em seu papel – Walderez Barros, Camila Salles, Maju de Souza e Camila Márdila – , interpretações intercalas com depoimentos de pessoas que conheceram Cora ou que “apenas” a estudaram e amaram através de suas palavras. Cora Coralina, que mulher! Quero muito assistir.

(Via Estadão)

Na berma de nenhuma estrada

Quando ainda me aventurava pelas primeiras páginas desta reunião de contos foi-me perguntado sobre o que o livro se tratava, qual sua temática. Hoje, após a completa leitura arrisco dizer que se existe um ponto central em todas as histórias é a habilidade e sensibilidade com as quais o moçambicano Mia Couto escolhe as palavras, como ele brinca com elas, tornando-as aprazíveis tanto aos olhos como aos ouvidos. A verdade é que Mia Couto tem uma capacidade ímpar de contar histórias, criações mágicas de situações rotineiras e trágicas, a fantasia brincando o real para tratar de amor, solidão, perda, morte, ódio e tradição. Ele salta de um tema para outro como quem muda de roupa no verão, e à nós, leitores, resta apenas nos apegarmos e desapegarmos de personagens e tramas breves, mas que de tão intensas deixam marcas.

Rapidamente me vem à lembrança “O fazedor de luzes”, cinco páginas de pura sutileza ao abordar, por trás de estrelas e quintais, a falta que sentimos dos entes queridos que já se foram. Enquanto as palavras transitavam, fui sendo absorvida pela fábula e ao fim, involuntariamente, tal como a personagem que em seus olhos deixou aguar uma tristeza até que a água fosse todas as águas, lágrimas formavam-se em meus olhos.

Contudo, um respirar e um esfregar de olhos já me deixaram pronta para que novas histórias instigassem meus sentimentos e imaginação, como “A morte, o tempo e velho”, na qual através da perspectiva de um velho despido de memória, ele trabalha não só a relação entre morte e tempo, aqui personificadas em personagens com direito a voz, mas também entre morte e sabedoria.

A ausência de memória também está presente na menina sem nome de “Na berma de nenhuma estrada”, conto que dá nome ao livro. Praticamente sem lembranças de seus pais e por isso com raízes conflituosas com a terra onde habita, ela transita entre a vontade ir e permanecer no mesmo chão, enquanto viaja apenas em delírio aguardando a oportunidade e a coragem de ir ao longe.

Por fim, para não agir como o ladrão de instantes do conto “O assalto” ficarei por aqui, afinal, não posso me alongar a escrever sobre todos os textos, e também não o quero, afinal , são 38 histórias, 38 vidas que estão à disposição vocês. Vão, aproveitem!

* Resenha publicada originalmente no site Indique um livro .

Me apaixonei por aí #25

O Blog está de cara nova, mas o que não mudou foi que hoje é dia do post com as coisas, links e infos que chamaram minha atenção ao longo da semana. Let’s do it!

1 – Sherlock ganhará suas versões em bonecos funko pop!

Bonecos-Funko-Pop-Sherlock-Amo Sherlock, a personagem e a série da BBC. Até aí sem novidades. A boa nova é que as personagens garanhão bonecos funko pop! Como não amar? Como não comprar?

(Via Blog de Brinquedo)

2 – Livro “Os Garotos Perdidos” vem aí? 

Garotos Perdidos

A Darkside não está de brincadeira, ela mirou em uma fatia do mercado editorial e está indo com tudo. Star Wars, Os Gonnies, Tubarão, e vários títulos super bacanas e mais, com um capricho ímpar com as obras. E, essa semana ela publicou a imagem acima no Facebook. Nem preciso dizer que quase surtei! Os Garotos Perdidos era um dos meus filmes preferidos quando era mais nova, e a prova de que curto vampiros há tempos.

(Via Darkside)

3 – Série brasileira 3% será lançada pelo Netflix

netflix3%

Em mais de uma oportunidade já afirmei o poder da Netflix. Eles vieram para ficar e revolucionar, tanto que as empresas de TV paga começaram a pressionar o Estado p/ regulamentar e, obviamente, tributar e elevar o custo do serviço, pois é uma ameaça, mas isso é papo para um outro momento. A notícia agora é que ela produzirá uma série original  brasileira, 3% , uma distopia que retratará um mundo binário, dividido entre progresso e devastação. De que lado você estará depende de um processo de seleção injusto e cruel, no qual apenas 3% passam. No elenco, João Miguel e Bianca Comparato são os protagonistas, sob a direção de César Charlone. Só pela sinopse já fiquei interessada e doida para colocar na minha lista.

(Via Info)

4 – Filme Chico Science, Um Caranguejo Elétrico em 2016

Chico Science

Não sou muito de comentar sobre música por aqui, então talvez não saibam, mas eu amo a música pernambucana, e o estado inteiro, para falar  a verdade! Nação Zumbi é uma das minha bandas preferidas, letras incríveis, músicos e som impecáveis e uma originalidade sem fim, e tudo começou com o movimento manguebeat, que tinha dentre suas cabeças Chico Science, falecido em um trágico acidente de carro em 1997. No próximo ano, 2016, ele faria 50 anos e uma série de comemorações, inclusive durante o Carnaval, são esperadas. Uma das homenagem, e um presente para nós, é o documentário Chico Science, Um Caranguejo Elétrico, que abordará não apenas o surgimento do Chico e  elementos do movimento e o cenário da década de 1990 no qual surgiram, mas também o seu legado. Estou ansiosíssima!

(Via Jornal do Commercio)

5 – Licenças maternidade e paternidade de até um ano na Netflix

netflix-logo

Olha eu aqui falando sobre a Netflix novamente! Mas o que fazer se os caras são vanguarda? Em um mundo onde ainda exitem pessoas que acham que a mulher deve ganhar menos que o homem porque engravidam, a empresa norte-americana adotou uma política de licença maternidade e paternidade (algo que ainda é raro) sem redução de salário por um período de até um ano. Dentro desse tempo os funcionários podem se afastar do trabalho o quanto acharem necessário. Acredito que muitos optarão por home office, algo bastante comum em diversos países, inclusive nos EUA, e ainda mal visto e subtilizado por essas bandas, trabalho de meio período ou intercalado, mas eles terão a opção, o que já é super bacana. Que as empresas brasileiras se inspirem!

(Via Administradores)

Me apaixonei por aí #24

Uma mistura de muitos eventos e cansaço fez com que o post com as coisas legais que vi por aí atrasasse. Contudo, apesar dos contratempos, aqui vamos nós!

1 – A menina que doava livros

A menina que doava livros

Essa história entrou para o que eu chamou de “Série Histórias Inspiradoras”, afinal, é de pessoas assim que o mundo precisa. Pessoas que pensem nos outros, que vejam além do individualismo que nos forçam goela abaixo. Giovanna Pampolin, 9 anos, percebeu que tinha uma biblioteca extensa demais para guardar tudo só pra ela, assim, decidiu, com exceção de algumas obras  de valor afetivo, doar esses livros, compartilhá-los com outras pessoas. E assim foi, aos domingos lá está Giovanna, no Minhocão – em São Paulo, para colocar em prática a iniciativa e colocar os livros para circular!

(Via Carta Capital)

2 – Tênis inspirados em Star Wars

Tênis Adidas Star WarsNão é novidade que sou fã de Star Wars. Dito isso, é fácil acreditar quando digo que, apesar de ter achado um pouco espalhafatoso demais, quero, pelo menos acho, esses tênis da Adidas inspirados na Saga, principalmente o prateado e o dourado. ♥♥

(Via Olhar Digital)

3 – Cafeteria temática Braking Bad.

Cafeteria Breaking Bad

Ainda estou na 3a temporada de Breaking Bad ~Eu sei, eu sei que deveria ter assistido há tempos ~ , mas já deu pra ver a qualidade da produção e da história. É incrível, assim como a ideia desse também fã – Deniz Kosan-  que criou uma Cafeteria totalmente inspirada na série, a Walter’s Coffee Roastery. O problema? É em Istambul, só um pouquinho distante.

(Via AdoroCinema)

4 – Meryl Streep cantando e tocando guitarra no trailer de Ricki and the Flash

Meryl Streep é Diva, sabemos! Em seu próximo filme ~“Ricki and the Flash”~ ela viverá uma roqueira, e nisso está incluído cantar e tocar guitarra, como podemos ver no trailer. Rainha!

(Via PapelPop)

5 – Carteiro inicia campanha para que menino de 12 anos pudesse ler mais do que folhetos publicitários 

Doação de Livros - EUA

Olha a série “Histórias Inspiradoras” aparecendo novamente. Desta vez é a história de Mathew Flores, de 12 anos, de Salt Lake City nos EUA.  Apaixonado por leitura, mas sem ter condições financeiras para comprar livros e até ir à biblioteca pública, ele lia o que podia, principalmente anúncios que chegavam pelos correios. Quando soube da paixão e da dificuldade de Mathew, o carteiro – Ron Lynch – que trabalha em sua rua decidiu não ignorar, iniciou uma campanha para que ele recebesse livros. O resultado? Dezenas de livros enviados de diversas partes do mundo. É de retomar a fé na humanidade, né?

(Via Catraca Livre)

Me apaixonei por aí #23

Geralmente não tenho uma ordem ao listar as coisas mais bacanas da semana. Por vezes é simplesmente na sequência em que as vi, mas essa semana aviso que o número UM vai para um item em especial, observem:

1 – Trailer de A Esperança – O Final

Sou fã da trilogia Jogos Vorazes. A história, como ela foi escrita e filmada, além da Katniss ser uma das minhas personagens femininas atuais preferidas, e da Jennifer Lawrence ter feito um ótimo trabalho ao levá-la para a tela. Na minha opinião os melhores livros do gênero voltado para o público mais jovem, obviamente deixando claro que não li tudo que existe. Dito isso, acho que me fiz compreender ao colocar o trailer do último filme da saga propositalmente em primeiro lugar essa semana, pois acredito que o fechamento dessa inspiradora história será maravilhoso e altamente emocionante (~adendo para quem leu os livros ~ vide a cena dos paraquedinhas caindo), quiça o melhor dos quatro filmes. Contando os dias!

2 – Projeto reune dedicatórias de livros

Projeto

Uma coisa que sempre me chamou a atenção quando compro livros usados é a dedicatória, cada vez mais raras hoje em dia. E não é que alguém criou um projeto com isso? Pois bem, a designer Mariana Guglielmelli criou o “Eu Te Dedico”, cuja ideia é dividir esses pequenos escritos cheios de histórias. Nós, inclusive, podemos colaborar enviando as palavras que recebemos, as que foram ditas por nós, ou aquelas com as quais esbarramos em um livro usado. Adorei a ideia de reunir esses achados em um só lugar.

(Via Follow The Colours)

3 – Dave Grohl – melhor pessoa – e seu médico no palco

Se ainda precisássemos de mais provas de que Dave Grohl é a melhor pessoa, as teríamos conseguido essa semana. Lembram que ele quebrou o pé durante um show (e levou até o fim)? Teve até Trono de Ferro, ops, de Guitarras, nas últimas apresentações dos Foo Fighters. Então…o mesmo Dave convidou seu médico, Dr. Lew C. Schon, responsável por sua cirurgia ortopédica, para dividir o palco com ele e fazer um cover de Seven Nation Army. Gente, como não amar?

(Via Papel Pop)

4 – A Volta de Xena- A Princesa Guerreira?

Xena e Gabrielle

Acho que é a primeira vez que compartilho isso aqui com vocês, mas sim, eu era super fã da Xena. Sempre curti qualquer coisa relacionada aos universos grego e romano, inclusive, os fantasiosos. Na década de noventa tivemos Hércules, com Kevin Sorbo, e sua spin off  Xena, com Lucy Lawless na pele da princesa guerreira. Eu adorava, ela e Gabrielle ~sua fiel “escudeira”~ eram tão independentes, forte, bravas, as personagens eram tão bacanas! Continuando…circulou essa semana a notícia de que a série seria refilmada. Fiquei super animada, mesmo que a Lucy não voltasse à personagem, mas o ideal seria com ela. Contudo, alguns dias depois a própria Lucy desmentiu os rumores no Twitter. Bom, fica aqui o registro, vai que?

(Via O Globo)

5 – Trailer de “As Insoladas”

Apaixonados pelo cinema argentino levantem a mão \o/ . Dentre tantos fiomes bacanas, eu que curti bastante foi Medianeras, uma comédia romântica leve, mas com aquele toque que acho que só os cineastas argentinos sabem dar. Do mesmo diretor ,Gustavo Taretto, tivemos o trailer de “As Insoladas”, que estreia em agosto, divulgado essa semana. Eu, na verdade, tenho a impressão de já ter visto há meses atrás, talvez tenha sido uma imagem promocional, não tenho certeza, mas de qualquer forma acho válido incluir aqui.

(Via Cultura em Casa)